E, depois de um longo tempo de espera, já saiu.
Álbum essencial para todos os apreciadores de Dylan e de música em geral.
o Cohen. ele que ainda não morreu, mas merece uma infinidade de tributos. Apesar de ouvir falar dele e nas todas suas 11 obras literárias, a música dele, que remete peremptóriamente a Ele, como também para a força, sexualidade e vitalidade, sempre me foi desconhecida. Contudo, ontem liguei o aipode nano e a minha anarquia levou me à letra L que, por sua vez, me encaminhou para Leonard Cohen cuja obra profética passível de ser ouvida dava pelo nome de Songs of Leonard Cohen, comprovando então a completa falta de coesão entre o nome nano, do ipod, e o seu incomensurável e sublime conteúdo. Aquele degolador judeu siderou me. Compreendo agora todos aqueles que o ouvem, e que com esse mesmo zumbido tocam até mais não, excluíndo o não da sua comunicação (comunicação essa, de toda a ordem).
Mais uma vez, os Radiohead nos surpreendem. Depois do anterior lançamento de Nude, desintegrado em 5 partes, cada uma representando um instrumento, livre para qualquer remix que possa ser feita e depois publicada no site, chega a vez da desconcertante Reckoner. No entanto, desta vez ligeiramente diferente, pois em vez de ser posta à venda como várias músicas e por isso requesitando os clássicos 0.99 euros por cada uma, ficando algo caro, é vendida como música única que é, o que torna então mais acessível a compra. Música curiosa, já bem ouvida, e que devido aos grandes períodos de silêncio e à monotonia dos instrumentos, a torna extremamente agradável.


